Introdução

Escolher banco de dados por moda é uma das formas mais caras de ganhar problema estrutural cedo demais. A decisão precisa partir do uso real.

Nem PostgreSQL é a resposta para tudo, nem MongoDB é o atalho universal para escalar. O que muda o jogo é a aderência ao problema.

Modelo de dados e evolução

Quando o domínio pede relações fortes, regras de integridade e consultas complexas, PostgreSQL costuma trazer mais clareza e segurança.

Quando o formato do dado varia bastante, a estrutura é mais flexível e a velocidade de modelagem pesa mais, MongoDB pode ser uma opção adequada.

Consistência e leitura da aplicação

// Perguntas que fazemos antes de decidir
  • Os dados são relacionais por natureza?
  • A aplicação precisa de joins e relatórios com frequência?
  • Qual é o custo de inconsistência para o negócio?

Como escolhemos em projetos novos

  1. Partimos da leitura principal de dados, não da opinião da stack.
  2. Olhamos para a operação futura, e não apenas para o MVP.
  3. Preferimos a opção mais simples de sustentar para o time atual.

Conclusão

Escolher entre PostgreSQL e MongoDB deveria ser um exercício de contexto. Quando a decisão nasce do caso de uso, a arquitetura fica menos dogmática e muito mais útil.

MT
// Autor
Marcos Teixeira
Backend Engineer · W2Gether

Engenheiro backend com passagem por produtos de dados, integrações e plataformas transacionais. Gosta de simplificar arquitetura sem perder robustez.

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